5 de julho de 2009
1 de julho de 2009
27 de junho de 2009
Maria Agustina Sotomayor (una menina)

Legenda da obra de Velasquez - "Las Meninas".
1 - Infanta Margarida
2 - Dona Isabel de Velasco
3 - Dona Maria Agustina Sarmiento de Sotomayor
4 - Mari-Bárbola é a anã hidrocéfala
5 - Nicolasito Pertusato
6 - Dona Marcela de Ulloa
7 - guarda-damas - Diego Ruiz Azcona
8 - Dom José Nieto Velázquez
9 - Velázquez.
10,11 - Filipe IV e a sua esposa Mariana de Áustria
12 - Alcázar - Cão ( baptizado por mim. Cão que partilha os mesmos espaços que os reis , tem que ter nome.)
24 de junho de 2009
Las meninas (continuação)

É uma das obras pictóricas mais analisadas e comentadas no mundo da arte. Como tema central amostra a infanta Margarida de Áustria, apesar que a pintura apresenta outras personagens, incluída o próprio Velázquez. O artista resolveu com grande habilidade os problemas de composição do espaço, a perspectiva e a luz, graças ao domínio que tinha do tratamento das cores e tons junto com a grande facilidade para caracterizar as personagens.[1] Um espelho colocado na parte do fundo da pintura reflete as imagens do rei Filipe IV da Espanha e a sua esposa Mariana de Áustria, segundo uns historiadores, entrando na sessão de pintura, e segundo outros, posando para ser retratados por Velázquez; neste caso seria a infanta Margarida e os seus acompanhantes os que vinham de visita para ver a pintura dos reis ...
Esta recusa impossibilitou a finalização do quadro encomendado com os 3 elementos (rei, rainha e princesa) - ‘’A família’’
Ver mais: Aqui
Sinopse:
6ª feira, dia 26 Junho 2009, pelas 21H00Fórum Municipal Romeu Correia, Sala Pablo NerudaPraça da Liberdade – Almada
Tel. 212 724 920
16 de junho de 2009
Las meninas
Fragmento - óleo sobre telaA partir de uma ideia do filósofo e artista plástico José Neto, irá decorrer no Fórum Municipal Romeu Correia em Almada, o projecto “Repensar – Las meninas”.
Este tema motivará uma futura exposição colectiva de arte, na qual vinte artistas convidados exporão as suas interpretações contemporâneas, relativas à célebre obra de Diego Velásquez. Essa mostra será antecedida por um ciclo de conferências, gerando dessa forma uma oportunidade de diálogo entre pensadores, artistas e o público. O objectivo geral destes encontros não será o habitual contexto da História da Arte, mas o entendimento da arte como uma forma de registo do pensamento e dos conteúdos da consciência de autor.
Ciclo de conferências
22 Maio pelas 21H00, “Em torno da especulação” por José Neto
26 Junho pelas 21H00, “Da 'La Familia de Felipe IV' a 'Las Meninas' - Nomes ou os condicionantes do olhar” por Sofia Raposo
31 Julho pelas 21H00, “Las meninas: A força da aporia” por Paulo Frazão
13 Agosto pelas 21H00, “Velásquez, pintor Ibérico” por Paulo Machado de Jesus
04 Setembro pelas 21H00, “A dúvida de ‘Las meninas’ de Velásquez” por Fernando Wintermantel
Exposição colectiva
“Repensar – Las meninas”
Pintura: Ana Cassiano; anA marques; Aristides Meneses; Cara-Nova; Firmo Silva; Francisco Rousseau; Jorge Bandeira; Luís Athouguia; Paulo Medeiros; P. Charters d’Azevedo ; Raquel Martins; Ricardo Passos Victor Lages
Escultura : Artur Varela; Luís Fernandes; Nicolau Campos; Pé-Leve;
Instalação : Paula Rousseau; Zé Neto
Fotografia : Claudio Moraes Sarmento
Organização: José Neto
Assessores: Márcio Machado; Sofia Raposo
Todas as conferências serão de acesso livre.
Ver mais em "arte&mente"
1 de junho de 2009
Corrosão

23 de maio de 2009
Um colega em Dili
13 de maio de 2009
Contorno Corporal
Óleo sobre tela -2008corpo que te seja leve o peso das estrelas
15 de abril de 2009
Não te vou esquecer
31 de março de 2009
29 de março de 2009
Quando eu morrer...
Quando eu morrer voltarei para buscar
Os instantes que não vivi junto do mar.
Sofia de Mello Breyner Andresen
27 de março de 2009
Os Jarros

Pertencem à família Araceae, e ao género Zantedeschia, tendo recebido este nome do botânico italiano do século XIX Francesco Zantedeschia.
19 de março de 2009
O Bate Estradas
Técnica mista sobre tela- 90x70 - (ADFA) Também chamados de «Bate-Estradas»foram o meio mais difundido de comunicação entre militares e os seus familiares, até porque o seu fornecimento era gratuito e o transporte assegurado de forma igualmente gratuita pela transportadora aérea portuguesa.
Estima-se que tenham sido impressos cerca de 300 milhões destes impressos…
Ver mais em:
.............................coisasdeoutrostempos.blogspot.com
12 de março de 2009
Este Mundo Não Presta
8 de março de 2009
Olhar a Poesia


5 de março de 2009
Ontem Sonhei com o Futuro (2ª via)

Hoje recebi uma mensagem inesperada. Os intervenientes sabem porquê. (!!).
A 1ª foi publicada a 11 de Outubro de 2008 com a etiqueta Fernando Tordo
Ontem fui ver o Fernando Tordo ao Coliseu dos Recreios.É um dos meus artistas preferidos, sinto por ele um carinho muito grande. Recordo quando me foi apresentado no restaurante Fernando em Albufeira, pelo meu irmão. Ele não me conhece obviamente, mas eu conheço-o muito bem.
Fiquei contente, está um homem renovado. Parabéns Fernando. Perdeu 20kg em 6 meses. Parabéns também pela medalha de mérito da cidade de Lisboa atribuída pelo Presidente António Costa. Parabéns pelo espectáculo, pelo neto, por tudo.
Palavras ditas lentamente
......................Fernando Tordo
2 de março de 2009
Com a Morte do Amor
8 de fevereiro de 2009
Atingir o Alvo
Tiro com Arco
O tiro com arco, prática de utilizar um arco e flechas para atingir um alvo, surgiu como atividade de caça e guerra nos primórdios da civilização, com indícios de sua prática ainda na pré-história.[3] A introdução de armas de fogo retirou do arco e flecha sua função bélica, levando-o a um declínio em sua popularidade.
A partir dos séculos XVI e XVII, entretanto, a prática passou a ser cada vez mais tratada como desporto, com torneiros semelhantes aos atuais surgindo notadamente na Inglaterra.[4] O mais antigo torneio de tiro com arco registrado, o Scorton Arrow, foi disputado em 1673.[5] em Yorkshire
O tiro com arco foi introduzido nos Jogos Olímpicos modernos em 1900, sendo disputado até 1920. A discrepância entre as regras aplicadas nos diferentes países fez com que a modalidade ficasse ausente do evento por várias décadas. A partir de 1972, em Munique, com a adoção das regras da Federação Internacional de Tiro com Arco, (FITA), por um número suficiente de países, o tiro com arco voltou a ser admitido à condição de desporto olímpico, a qual mantém até hoje.
Fonte: wikipédia
4 de fevereiro de 2009
A um passo do Amor
Oleo sobre tela-80x8o cm- ano 2005
Cartas, poemas de amor, recebidas ou enviadas todos temos.
Todos estamos a um passo do amor. Uns a um passinho de bébe, outros a um passo de gigante e há ainda os que se afastam do amor com um passo. Estes já o tinham e optaram por voltar a estar a um passo do amor. É uma opção, como qualquer outra.
3 de fevereiro de 2009
Mais de 100
Agradeço a vossa presença, hoje foram ultrapassadas as 125 visitas.
Ontem, andaram por aqui 99.
De Maio de 2007 até 1 de Fevereiro de 2009 os valores oscilavam entre os 50 e 70 visitantes.
19 de janeiro de 2009
Utopia - Alimentos Biológicos
1 de janeiro de 2009
UTOPIA
IMAGINE
Imagine there's no heaven,
It's easy if you try,
No hell below us,
Above us only sky,
Imagine all the people
living for today...
Imagine there's no countries,
It isnt hard to do,
Nothing to kill or die for,
No religion too,
Imagine all the people
living life in peace...
Imagine no possessions,
I wonder if you can,
No need for greed or hunger,
A brotherhood of men,
imagine all the people
Sharing all the world...
You may say I'm a dreamer,
but Im not the only one,
I hope some day you'll join us,
And the world will live as one
John Lennon
Imagine (Tradução)
Imagine que não existe nenhum paraíso,
É fácil se você tentar.
Nenhum inferno abaixo de nós,
Sobre nós apenas o firmamento.
Imagine todas as pessoas
Vivendo pelo hoje...
Imagine que não exista nenhum país,
Não é difícil de fazer.
Nada porque matar ou porque morrer,
Nenhuma religião também.
Imagine todas as pessoas
Vivendo a vida em paz...
Imagine nenhuma propriedade,
Eu me pergunto se você consegue.
Nenhuma necessidade de ganância ou fome,
Uma fraternidade de homens.
Imagine todas as pessoas
Compartilhando o mundo todo
Talvez seja um sonhador,
Mas eu não sou o único.
Eu espero que algum dia você se junte a nós,
E o mundo viverá como um único.
28 de novembro de 2008
Não quero nada do acaso, senão a brisa na face
Sem nada já que me atraia, nem nada que desejar,
FaE nunca terei agonia, pois dormirei de seguida.
rei um sonho, terei meu dia, fecharei a vida,
A vida é como uma sombra que passa por sobre um rio
Ou como um passo na alfombra de um quarto que jaz vazio;
O amor é um sono que chega para o pouco ser que se é;
A glória concede e nega; não tem verdades a fé.
Por isso na orla morena da praia calada e só,
Tenho a alma feita pequena, livre de mágoa e de dó;
Sonho sem quase já ser, perco sem nunca ter tido
E comecei a morrer muito antes de ter vivido.
Dêem-me, onde aqui jazo, só uma brisa que passe,
Não quero nada do acaso, senão a brisa na face;
Dêem-me um vago amor de quanto nunca terei
Não quero gozo nem dor, não quero vida nem lei.
Só, no silêncio cercado pelo som brusco do mar,
Quero dormir sossegado, sem nada que desejar,
Quero dormir na distância de um ser que nunca foi seu,
Tocado do ar sem fragrância da brisa de qualquer céu.
Fernando Pessoa
anA marques, artista plastica, poesia, poesia pintada, dor, sofrimento,poeta maior
18 de novembro de 2008
Quadro Negro
ter escolhido
um caminho assim?
Como foi possível
não ter ninguém
para me iluminar?
Já faz tempos,
que as carícias que tenho
são as frescas
e saborosas
lágrimas
pelo rosto a rolar.
Umas morrem
pelo caminho.
Outras,
as mais robustas ,
desmaiam nos seios
Como foi possível
eu acreditar
eu aceitar
eu ajudar
eu desculpar
eu desejar
eu amar
Como vai ser possível
continuar?
11 de novembro de 2008
O Amor Pulou o Muro

3 de novembro de 2008
Semeei lágrimas
da minha cidade.
Por cada semente
renascia a esperança
por um futuro sorriso
Passaram os anos
e eu continuei.
Semeei .semeei,
semeei lágrimas pelas ruas
da minha cidade.
Não semeies!.... de nada vale!
Diziam-me:.
terra minada, infértil
nada vinga.
As tempestades sucediam-se
as sementes apodreciam,
mas eu não desistia
de descobrir porque
os meus sorrisos não nasciam.
Há amigos, que afinal o não são.
Vinham por trás e
pulverizavam com a perversidade,
espetavam muita maldade
e só os deles floresciam
e os meus sorrisos morriam.
Para grandes pragas
grandes curas
mudar de terra, afagar ,adubar
regar, mas
Nunca desistir de semear.
26 de outubro de 2008
Morrer de Amor / Viver de Amor

Morrer de amor
ao pé da tua boca
Desfalecer
à pele
do sorriso
Sufocar
de prazer
com o teu corpo
Trocar tudo por ti
se for preciso
ao pé da tua boca
Vivo
à pele do
sorriso
revivi
o prazer
no teu corpo
trocar tudo por ti
não será preciso.
22 de outubro de 2008
Contentamento
Fiquei muito contente por ter tomado conhecimento e ver o meu trabalho reconhecido no Brasil, país onde foi feito este texto sobre Camilo Pessanha, pelo Doutor Adelto Gonçalves,ilustrado com este meu trabalho.
Ver texto
Alento para continuar é fundamental.
Estou tão contente!!!
Os meu agradecimentos vão também para o Fausto Giudice editor do site Tlaxcala.
11 de outubro de 2008
Ontem Sonhei com o Futuro
É um dos meu artistas preferidos , sinto por ele um carinho muito grande .Recordo quando me foi apresentado no restaurante Fernando em Albufeira , pelo meu irmão .Ele não me conhece obviamente, mas eu conheço-o muito bem.
Fiquei contente , está um homem renovado. Parabéns Fernando. Perdeu 20kg em 6 meses. Parabéns também pela medalha de mérito da cidade de Lisboa atribuida pelo Presidente António Costa. Parabéns pelo espectáculo. Parabens pelo neto.
Tecnica mista sobre mdf 40x100cm -Out.2008
Ontem Sonhei com o Futuro"
Palavras ditas lentamente
oiço-as cantadas entre a gente
quero andar
quero correr
escrever vontades de cantar e de dizer
mas não consigo só o pensar é puro
ontem sonhei com o futuro
tantos desejos calmamente
são segredos entre a gente
quero falar
compreender
dizer palavras de cantar e de escrever
mas não consigo só o sonhar é puro
ontem sonhei com o futuro
ontem sonhei com o futuro
ontem sonhei com o futuro
passo a barreira
eu salto o muro
ontem sonhei com o futuro
passam os dias fascinantes
eles são em sonho o que eram dantes
quero olhar
eu quero ver
cantar palavras de falar e entender
mas não consigo só o pensar é puro
ontem sonhei com o futuro.
mato fantasmas circulantes
se fosse Deus era Cervantes
quero acordar
quero viver
saber de tudo sem ter tempo para aprender
mas não consigo, sonhar é mais seguro:
ontem sonhei com o futuro
7 de outubro de 2008
E por vezes
Técnica mista sobre tela -116x80 cm- Ano 2003










