15 de abril de 2009
Não te vou esquecer
2 de março de 2009
Com a Morte do Amor
4 de fevereiro de 2009
A um passo do Amor
Oleo sobre tela-80x8o cm- ano 2005
Cartas, poemas de amor, recebidas ou enviadas todos temos.
Todos estamos a um passo do amor. Uns a um passinho de bébe, outros a um passo de gigante e há ainda os que se afastam do amor com um passo. Estes já o tinham e optaram por voltar a estar a um passo do amor. É uma opção, como qualquer outra.
11 de novembro de 2008
O Amor Pulou o Muro

3 de novembro de 2008
Semeei lágrimas
da minha cidade.
Por cada semente
renascia a esperança
por um futuro sorriso
Passaram os anos
e eu continuei.
Semeei .semeei,
semeei lágrimas pelas ruas
da minha cidade.
Não semeies!.... de nada vale!
Diziam-me:.
terra minada, infértil
nada vinga.
As tempestades sucediam-se
as sementes apodreciam,
mas eu não desistia
de descobrir porque
os meus sorrisos não nasciam.
Há amigos, que afinal o não são.
Vinham por trás e
pulverizavam com a perversidade,
espetavam muita maldade
e só os deles floresciam
e os meus sorrisos morriam.
Para grandes pragas
grandes curas
mudar de terra, afagar ,adubar
regar, mas
Nunca desistir de semear.
15 de maio de 2008
Vulcão
26 de março de 2008
Nascemos Para Amar
Evitei o quanto pude, mas não posso mais. Preciso falar sobre o amor. Só agora me sinto confortável para poder escrever sobre esse assunto. Não tenho mais noção de nada, ridiculamente fora do alcance de qualquer aviso. Já não me importa a opinião alheia, quem quiser que me condene por ser feliz. Não a felicidade previsível e segura que não conta com riscos, quero a minha sentença baseada na felicidade irresponsável, inacreditável, além do entendimento. Amar e ser o melhor que jamais se sonhou. Ser feliz e fazer feliz, estar tão irremediavelmente bem, que ninguém necessita perguntar para saber. Tornar a minha companhia, insuportavelmente agradável e alegre, me desculpe quem por algum motivo obscuro se incomodar com isso. Há como escrever sobre o amor sem ser brega, mas não há como estar amando e escrever sobre o amor sem se arriscar a parecer absurdo, exagerado. É como diz Fernando Pessoa em seu poema...
.Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
.Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
.As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
.Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
.Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
.A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
.(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.).
Álvaro de Campos, 21-10-1935
.
.O amor, o impossível e inverossímil, tem que tornar o casal melhor, fazê-lo perder o medo, a vergonha, ser superlativo e retumbante, ecoar e ricochetar em cada fato e instante. Quebrar todas as amarras, certezas, verdades absolutas, doer quando machucar e fazer até a alma gozar quando amar. Cristalizar sonhos, materializar ilusões, percorrer imensidões, duvidar do limite. Cantar e dançar alucinado no dia e na noite. Acordado ou dormindo. Oferecer liberdade. Só com a poesia ou com a loucura é possível traduzir o amor, eu estou munido de ambos. E amando.
Roubei este texto ao E-Agora-Jose.blogspot.com
Nós cá temos um provébio que diz: " Não há bem que sempre dure, nem mal nunca acabe".
16 de março de 2008
Eu só queria ter
Só queria ter
Um céu sempre azul
E à noite estrelas a brilhar,
E saber o homem livre
Como o sopro do vento.
Só queria ter pão,
Uma casa simples
Com àrvores em redor
E aves a cantar,
E claro o meu amor
Para beijar.
José Infante
6 de fevereiro de 2008
Momentos ( I )
3 de fevereiro de 2008
Encosta-te a mim
30 de janeiro de 2008
Esta noite acordei com um beijo teu.
(...)
e então tu olhaste
depois sorriste
(...)
Sérgio Godinho


