15 de abril de 2009
Não te vou esquecer
31 de março de 2009
29 de março de 2009
Quando eu morrer...
Quando eu morrer voltarei para buscar
Os instantes que não vivi junto do mar.
Sofia de Mello Breyner Andresen
27 de março de 2009
Os Jarros

Pertencem à família Araceae, e ao género Zantedeschia, tendo recebido este nome do botânico italiano do século XIX Francesco Zantedeschia.
19 de março de 2009
O Bate Estradas
Técnica mista sobre tela- 90x70 - (ADFA) Também chamados de «Bate-Estradas»foram o meio mais difundido de comunicação entre militares e os seus familiares, até porque o seu fornecimento era gratuito e o transporte assegurado de forma igualmente gratuita pela transportadora aérea portuguesa.
Estima-se que tenham sido impressos cerca de 300 milhões destes impressos…
Ver mais em:
.............................coisasdeoutrostempos.blogspot.com
12 de março de 2009
Este Mundo Não Presta
8 de março de 2009
Olhar a Poesia


5 de março de 2009
Ontem Sonhei com o Futuro (2ª via)

Hoje recebi uma mensagem inesperada. Os intervenientes sabem porquê. (!!).
A 1ª foi publicada a 11 de Outubro de 2008 com a etiqueta Fernando Tordo
Ontem fui ver o Fernando Tordo ao Coliseu dos Recreios.É um dos meus artistas preferidos, sinto por ele um carinho muito grande. Recordo quando me foi apresentado no restaurante Fernando em Albufeira, pelo meu irmão. Ele não me conhece obviamente, mas eu conheço-o muito bem.
Fiquei contente, está um homem renovado. Parabéns Fernando. Perdeu 20kg em 6 meses. Parabéns também pela medalha de mérito da cidade de Lisboa atribuída pelo Presidente António Costa. Parabéns pelo espectáculo, pelo neto, por tudo.
Palavras ditas lentamente
......................Fernando Tordo
2 de março de 2009
Com a Morte do Amor
8 de fevereiro de 2009
Atingir o Alvo
Tiro com Arco
O tiro com arco, prática de utilizar um arco e flechas para atingir um alvo, surgiu como atividade de caça e guerra nos primórdios da civilização, com indícios de sua prática ainda na pré-história.[3] A introdução de armas de fogo retirou do arco e flecha sua função bélica, levando-o a um declínio em sua popularidade.
A partir dos séculos XVI e XVII, entretanto, a prática passou a ser cada vez mais tratada como desporto, com torneiros semelhantes aos atuais surgindo notadamente na Inglaterra.[4] O mais antigo torneio de tiro com arco registrado, o Scorton Arrow, foi disputado em 1673.[5] em Yorkshire
O tiro com arco foi introduzido nos Jogos Olímpicos modernos em 1900, sendo disputado até 1920. A discrepância entre as regras aplicadas nos diferentes países fez com que a modalidade ficasse ausente do evento por várias décadas. A partir de 1972, em Munique, com a adoção das regras da Federação Internacional de Tiro com Arco, (FITA), por um número suficiente de países, o tiro com arco voltou a ser admitido à condição de desporto olímpico, a qual mantém até hoje.
Fonte: wikipédia
4 de fevereiro de 2009
A um passo do Amor
Oleo sobre tela-80x8o cm- ano 2005
Cartas, poemas de amor, recebidas ou enviadas todos temos.
Todos estamos a um passo do amor. Uns a um passinho de bébe, outros a um passo de gigante e há ainda os que se afastam do amor com um passo. Estes já o tinham e optaram por voltar a estar a um passo do amor. É uma opção, como qualquer outra.
3 de fevereiro de 2009
Mais de 100
Agradeço a vossa presença, hoje foram ultrapassadas as 125 visitas.
Ontem, andaram por aqui 99.
De Maio de 2007 até 1 de Fevereiro de 2009 os valores oscilavam entre os 50 e 70 visitantes.
19 de janeiro de 2009
Utopia - Alimentos Biológicos
1 de janeiro de 2009
UTOPIA
IMAGINE
Imagine there's no heaven,
It's easy if you try,
No hell below us,
Above us only sky,
Imagine all the people
living for today...
Imagine there's no countries,
It isnt hard to do,
Nothing to kill or die for,
No religion too,
Imagine all the people
living life in peace...
Imagine no possessions,
I wonder if you can,
No need for greed or hunger,
A brotherhood of men,
imagine all the people
Sharing all the world...
You may say I'm a dreamer,
but Im not the only one,
I hope some day you'll join us,
And the world will live as one
John Lennon
Imagine (Tradução)
Imagine que não existe nenhum paraíso,
É fácil se você tentar.
Nenhum inferno abaixo de nós,
Sobre nós apenas o firmamento.
Imagine todas as pessoas
Vivendo pelo hoje...
Imagine que não exista nenhum país,
Não é difícil de fazer.
Nada porque matar ou porque morrer,
Nenhuma religião também.
Imagine todas as pessoas
Vivendo a vida em paz...
Imagine nenhuma propriedade,
Eu me pergunto se você consegue.
Nenhuma necessidade de ganância ou fome,
Uma fraternidade de homens.
Imagine todas as pessoas
Compartilhando o mundo todo
Talvez seja um sonhador,
Mas eu não sou o único.
Eu espero que algum dia você se junte a nós,
E o mundo viverá como um único.
28 de novembro de 2008
Não quero nada do acaso, senão a brisa na face
Sem nada já que me atraia, nem nada que desejar,
FaE nunca terei agonia, pois dormirei de seguida.
rei um sonho, terei meu dia, fecharei a vida,
A vida é como uma sombra que passa por sobre um rio
Ou como um passo na alfombra de um quarto que jaz vazio;
O amor é um sono que chega para o pouco ser que se é;
A glória concede e nega; não tem verdades a fé.
Por isso na orla morena da praia calada e só,
Tenho a alma feita pequena, livre de mágoa e de dó;
Sonho sem quase já ser, perco sem nunca ter tido
E comecei a morrer muito antes de ter vivido.
Dêem-me, onde aqui jazo, só uma brisa que passe,
Não quero nada do acaso, senão a brisa na face;
Dêem-me um vago amor de quanto nunca terei
Não quero gozo nem dor, não quero vida nem lei.
Só, no silêncio cercado pelo som brusco do mar,
Quero dormir sossegado, sem nada que desejar,
Quero dormir na distância de um ser que nunca foi seu,
Tocado do ar sem fragrância da brisa de qualquer céu.
Fernando Pessoa
anA marques, artista plastica, poesia, poesia pintada, dor, sofrimento,poeta maior
18 de novembro de 2008
Quadro Negro
ter escolhido
um caminho assim?
Como foi possível
não ter ninguém
para me iluminar?
Já faz tempos,
que as carícias que tenho
são as frescas
e saborosas
lágrimas
pelo rosto a rolar.
Umas morrem
pelo caminho.
Outras,
as mais robustas ,
desmaiam nos seios
Como foi possível
eu acreditar
eu aceitar
eu ajudar
eu desculpar
eu desejar
eu amar
Como vai ser possível
continuar?
11 de novembro de 2008
O Amor Pulou o Muro

3 de novembro de 2008
Semeei lágrimas
da minha cidade.
Por cada semente
renascia a esperança
por um futuro sorriso
Passaram os anos
e eu continuei.
Semeei .semeei,
semeei lágrimas pelas ruas
da minha cidade.
Não semeies!.... de nada vale!
Diziam-me:.
terra minada, infértil
nada vinga.
As tempestades sucediam-se
as sementes apodreciam,
mas eu não desistia
de descobrir porque
os meus sorrisos não nasciam.
Há amigos, que afinal o não são.
Vinham por trás e
pulverizavam com a perversidade,
espetavam muita maldade
e só os deles floresciam
e os meus sorrisos morriam.
Para grandes pragas
grandes curas
mudar de terra, afagar ,adubar
regar, mas
Nunca desistir de semear.
26 de outubro de 2008
Morrer de Amor / Viver de Amor

Morrer de amor
ao pé da tua boca
Desfalecer
à pele
do sorriso
Sufocar
de prazer
com o teu corpo
Trocar tudo por ti
se for preciso
ao pé da tua boca
Vivo
à pele do
sorriso
revivi
o prazer
no teu corpo
trocar tudo por ti
não será preciso.
22 de outubro de 2008
Contentamento
Fiquei muito contente por ter tomado conhecimento e ver o meu trabalho reconhecido no Brasil, país onde foi feito este texto sobre Camilo Pessanha, pelo Doutor Adelto Gonçalves,ilustrado com este meu trabalho.
Ver texto
Alento para continuar é fundamental.
Estou tão contente!!!
Os meu agradecimentos vão também para o Fausto Giudice editor do site Tlaxcala.
11 de outubro de 2008
Ontem Sonhei com o Futuro
É um dos meu artistas preferidos , sinto por ele um carinho muito grande .Recordo quando me foi apresentado no restaurante Fernando em Albufeira , pelo meu irmão .Ele não me conhece obviamente, mas eu conheço-o muito bem.
Fiquei contente , está um homem renovado. Parabéns Fernando. Perdeu 20kg em 6 meses. Parabéns também pela medalha de mérito da cidade de Lisboa atribuida pelo Presidente António Costa. Parabéns pelo espectáculo. Parabens pelo neto.
Tecnica mista sobre mdf 40x100cm -Out.2008
Ontem Sonhei com o Futuro"
Palavras ditas lentamente
oiço-as cantadas entre a gente
quero andar
quero correr
escrever vontades de cantar e de dizer
mas não consigo só o pensar é puro
ontem sonhei com o futuro
tantos desejos calmamente
são segredos entre a gente
quero falar
compreender
dizer palavras de cantar e de escrever
mas não consigo só o sonhar é puro
ontem sonhei com o futuro
ontem sonhei com o futuro
ontem sonhei com o futuro
passo a barreira
eu salto o muro
ontem sonhei com o futuro
passam os dias fascinantes
eles são em sonho o que eram dantes
quero olhar
eu quero ver
cantar palavras de falar e entender
mas não consigo só o pensar é puro
ontem sonhei com o futuro.
mato fantasmas circulantes
se fosse Deus era Cervantes
quero acordar
quero viver
saber de tudo sem ter tempo para aprender
mas não consigo, sonhar é mais seguro:
ontem sonhei com o futuro
7 de outubro de 2008
E por vezes
Técnica mista sobre tela -116x80 cm- Ano 20037 de setembro de 2008
Azul, Preto e Branco
Acrilico sobre tela -Diptico 80x120 cm.18 de julho de 2008
Sexo na cidade


12 de julho de 2008
A explicação é só uma ...
11 de julho de 2008
Exposição na Galeria Hibiscos

...................................
Esta fotografia foi "roubada "do http://utopia-npaf.blogspot.com/
O Nucleo Português de Arte Fantástica fez a sua apresentação na Galeria Hibiscos - Rua Latino Coelho 63-A. Lisboa
Estão trabalhos expostos de David Cara-Nova; Firmo Silva , Victor Lages, Hugo Lúcio , Luis Fernandes e anA .
O meu trabalho tem o tema ....se o homem engravidasse... assunto que comecei a trabalhar no ano 2000.
Passem por lá ... talvez gostem.
4 de julho de 2008
Utopia - Exposição
A Arte Fantástica é do meu ponto de vista a Grande Arte, porque sem dúvida ela tem existido desde o princípio da humanidade até aos dias de hoje e de certeza que se perpetuará no futuro.
A Grande Arte ou Arte Fantástica caracteriza-se pela transformação do real em imaginário e tem sempre uma conotação figurativa, além de transmitir diversas abordagens que podem ir do sonho ao sobrenatural, das premonições às visões de um mundo diferente, passando por expressões de crises sociais, além do cómico, do mítico, do erótico ou do horror.
Mais ainda, a Grande Arte tem ao longo da história da humanidade através do simbolismo, contado e interpretado, os mais importantes contos e lendas, bem como tem estado sempre presente em todas as culturas e religiões de todos os povos.Na chamada pré-história, ela é a mais significativa forma de expressão artística.
Se analisarmos os objectos mais antigos e artísticos que conhecemos, verificamos que se trata de Arte Fantástica, disso é o exemplo da escultura conhecida como “Vénus de Willendorf” que se estima ter 25.000 A.C., é uma peça em calcário que mede 11 cm de altura e que se encontra no Naturhistorisches Museum em Viena, Áustria. Esta peça mostra uma figura feminina de formas exageradas querendo de certo, simbolizar fertilidade.
O que a caracteriza de Arte Fantástica é o facto de ter a idade que tem e de não ser anatomicamente realista, sem que no entanto o deixe de ser.
Ler mais em NAF
Apresentação à Comunicação Social a 7 de Julho de 2008
anA marques
Participo nesta mostra de Arte Fantástica com os meus trabalhos com o tema "Gravidez Masculina " trabalho de fim de curso de 2000/1
24 de junho de 2008
Corpos e mais corpos
Somos um grupo de 3 elementos que decidimos trabalhar exaustivamente, O Corpo.
Já iniciámos …e não temos data para terminar .O corpo humano foi o eleito.O caminho vai ser longo, e desconhecemos como, e com quem vai acabar.
Eu já posso mostrar este bocadinho.
16 de junho de 2008
Fecho éclair
A ideia do fecho éclair nasceu em 1891. O inventor norte-americano Whitcomb Judson, cansado de amarrar os cordões dos sapatos e das frequentes queixas da mulher pela cansativa tarefa de amarrar os cordões dos espartilhos, inventou um engenhoso sistema de ganchos e colchetes com uma engenhoca deslizante para fechar e abrir. Apresentou o seu invento na Exposição Mundial de Chicago em 1893. Mas o sistema não funcionava bem e não teve qualquer êxito. Apenas vendeu 20 "hookless fastener", como lhe chamou, aos Serviços Postais Americanos para fechar as malas da correspondência.Gideon Sundbäck, uma engenheira sueca radicada nos Estados Unidos, em 1912 substituiu os ganchos e colchetes por grampos que encaixavam uns nos outros e aperfeiçoou o sistema de abrir e fechar. Produziu assim o "Hookless #2". No mesmo ano, um sistema semelhante foi patenteado na Europa por Catharina Kuhn-Moos. Sundbäck patenteou a sua invenção nos Estados Unidos em 29 de Abril de 1913.Em 1917, a Marinha americana equipou os fatos dos aviadores com "slide fasteners". Contudo, a maioria das pessoas não percebia bem qual a utilidade de semelhante fecho. Ninguém os queria.Só em 1923 a Companhia B.F. Goodrich Company encomendou 150'000 "slide fasteners" para colocar em polainas, então em uso. Em 1926 mudou-lhe o nome para "zipper". Só a partir dos anos 30 é que o uso dos "zipper", o nosso "fecho éclair", se generalizou em roupas de homem e mulher.
tinha um colar de oiro com pedras
rubis.
Cingia a cintura com cinto de coiro,
com fivela de oiro,
olho de perdiz.
Comia num prato
de prata lavrada
girafa trufada,
rissóis de serpente.
O copo era um gomo
que em flor desabrocha,
de cristal de rocha
do mais transparente.
Andava nas salas
forradas de Arrás,
com panos por cima,
pela frente e por trás.
Tapetes flamengos,
combates de galos,
alões e podengos,
falcões e cavalos.
Dormia na cama
de prata maciça
com dossel de lhama
de franja roliça.
Na mesa do canto
vermelho damasco
a tíbia de um santo
guardada num frasco.
Foi dono da terra,
foi senhor do mundo,
nada lhe faltava,
Filipe Segundo.
Tinha oiro e prata,
pedras nunca vistas,
safira, topázios,
rubis, ametistas.
Tinha tudo, tudo
sem peso nem conta,
bragas de veludo,
peliças de lontra.
Um homem tão grande
tem tudo o que quer.
O que ele não tinha
era um fecho éclair.





