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Esta fotografia foi "roubada "do http://utopia-npaf.blogspot.com/
O Nucleo Português de Arte Fantástica fez a sua apresentação na Galeria Hibiscos - Rua Latino Coelho 63-A. Lisboa
Estão trabalhos expostos de David Cara-Nova; Firmo Silva , Victor Lages, Hugo Lúcio , Luis Fernandes e anA .
Venham, divulguem, celebremos Camilo Pessanha. A nudez sempre foi muito apreciada na Arte. É provável que tal facto fique a dever-se mais ao seu cariz sexual, eco distante da nossa natureza animal, do que a questões estéticas - a beleza. No entanto é inegável que as representações de nus proliferam na Pintura, na Escultura ou na Fotografia. Será que o corpo humano é intrinsecamente belo ou todos nós - artistas incluídos - somos voyeurs compulsivos?
A questão é complexa e foi já por várias vezes aqui abordada. A linha que demarca a arte erótica da pornografia é ténue e a nossa predisposição genética para achar belo o género que nos atrai sexualmente - homem ou mulher - acaba por nos toldar ainda mais o raciocínio e o sentimento. Não sabemos se o que realmente gostamos é da composição, da forma, da cor, do ritmo, do contraste, ou do(s) modelo(s) propriamente dito(s). As nossas reacções são então simultaneamente curiosas e reveladoras.Liberdade onde estás
Liberdade onde estás? Quem te demora?
Quem faz que o teu influxo em nós não caia
Porque (triste de mim!), porque não raia
Já na esfera de Lísia a tua aurora?
Da santa redenção é vinda a Hora
A esta parte do mundo, que desmaia.
Oh!,venha... Oh!, venha e trémulo descaia
Despotismo feroz, que nos devora!
Eia! Acode ao mortal que, frio e mudo,
Oculta o pátrio amor, torce a vontade,
E em fingir, por temor, empenha estudo.
Movam nossos grilhões tua piedade;
Nosso númen tu és, e glória ,e tudo,
Mãe do génio e prazer, ó Liberdade!
..........................................................Bocage
Esta postagem foi a pensar na Anna Tree do arvore de letras ,que ontem sugeria o meu post sobre a Ericeira. Obrigada Anna.
arvore de letras, anna tree , anA marques, artes plasticas
Evitei o quanto pude, mas não posso mais. Preciso falar sobre o amor. Só agora me sinto confortável para poder escrever sobre esse assunto. Não tenho mais noção de nada, ridiculamente fora do alcance de qualquer aviso. Já não me importa a opinião alheia, quem quiser que me condene por ser feliz. Não a felicidade previsível e segura que não conta com riscos, quero a minha sentença baseada na felicidade irresponsável, inacreditável, além do entendimento. Amar e ser o melhor que jamais se sonhou. Ser feliz e fazer feliz, estar tão irremediavelmente bem, que ninguém necessita perguntar para saber. Tornar a minha companhia, insuportavelmente agradável e alegre, me desculpe quem por algum motivo obscuro se incomodar com isso. Há como escrever sobre o amor sem ser brega, mas não há como estar amando e escrever sobre o amor sem se arriscar a parecer absurdo, exagerado. É como diz Fernando Pessoa em seu poema...
.Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
.Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
.As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
.Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
.Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
.A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
.(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.).
Álvaro de Campos, 21-10-1935
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.O amor, o impossível e inverossímil, tem que tornar o casal melhor, fazê-lo perder o medo, a vergonha, ser superlativo e retumbante, ecoar e ricochetar em cada fato e instante. Quebrar todas as amarras, certezas, verdades absolutas, doer quando machucar e fazer até a alma gozar quando amar. Cristalizar sonhos, materializar ilusões, percorrer imensidões, duvidar do limite. Cantar e dançar alucinado no dia e na noite. Acordado ou dormindo. Oferecer liberdade. Só com a poesia ou com a loucura é possível traduzir o amor, eu estou munido de ambos. E amando.
Roubei este texto ao E-Agora-Jose.blogspot.com
Nós cá temos um provébio que diz: " Não há bem que sempre dure, nem mal nunca acabe".
Latitude
Este foi o 1º farol de Dili que desenhei, depois seguiram-se mais seis ; entre desenhos, aguarelas e pinturas a acrilico sobre tela .
Achei oportuno voltar a publicar um Farol. O Povo de Timor está a necessitar de uma LUZ que indique o caminho.
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Poder comemorar o 10º aniversário de uma associação como a ARCOARTIS na Galeria Artur Bual, dá-nos particular prazer, na medida em que ,uma vez mais, se comprova a vitalidade no campo das artes.
Berço de diversos artistas de renome, a Amadora tem na sua génese uma importante componente associativa, e é com orgulho que verificamos o trabalho diário e persistente de um conjunto de pessoas, que continua a perservar esse espirito.
A ARCOARTIS merece-nos todo o respeito, pelo trabalho que tem vindo a desenvolver em nome da divulgação das artes plásticas, ao mesmo tepo que se assume como um espaço de reflexão e partilha de conhecimentos
Feliz aniversário e desejos de longa vida
Vereador da Cultura
Antonio Moreira
galeria Municipal artur bual camara municipal amadora ,galeria municipal anA marques,
Sérgio Godinho
Demissão
Este mundo não presta,venha outro.
Já por tempo de mais aqui andamos
A fingir de razões suficientes.
Sejamos cães do cão:sabemos tudo
De morder os mais fracos, se mandamos,
E de lamber as mãos se dependentes.
José Saramago
Dia mundial da Poesia 2008 poemas pintados
Acabei de ler a noticia publicada no Timor Lorosae Nação com data de hoje, 17 Janeiro de 2008, intitulada
-Lá se vai o prémio Sahkarov dos Direitos Humanos-
" Se um farol ajuda muita gente , dois faróis ajudam muito mais".
Acrilico sobre tela - 20cmx30cm - Ano 2005
Em 2005 rumei a Dili quase certa que encontraria Felicidade. Nos relatos de pessoas conhecidas, descreviam um povo sorridente e feliz.
De facto encontrei em Timor um povo que sorri, crianças com sorrisos cativantes, mas a felicidade não estava por lá. Quando os sorrisos se desvaneciam, voltava a ansiedade, a tristeza, a insegurança.
Em 2006 deu-se o ‘golpe’ -um grande golpe também para mim- e deixei Timor certa que o sofrimento se instalara. Confirmou-se… ninguém se entende e o sofrimento mantém-se.
Diariamente percorria a marginal, O Farol era uma referência para mim… e não só. Pintei-o.
É urgente um Farol, uma luz ,um guia para os timorenses encontrarem o caminho para a tranquilidade, alegria, segurança, paz….
O povo de Timor merece , todos merecemos.
29/07/2008 uma actualização.
Adendas-15/01/2008 e 21/01/2008
Agradeço a simpatia do António Verissimo do Timor Lorosae Nação por publicar no blog esta postagem
Agradecimentos tambem para O Navegador Solidário por publicar tambem esta postagem no seu blog
anA
arte em timor