5 de agosto de 2011
26 de julho de 2011
A minha pequena retribuição com a maior satisfação.
Para acessar o encarte da edição acessar
:http://revista7facesespecial.
Universidade do Estado do Rio Grande do Norte
Faculdade de Letras e Artes
Departamento de Letras Vernáculas
editor-chefe da Revista 7faces
http://set7aces.blogspot.com/
21 de julho de 2011
11 de julho de 2011
6 de julho de 2011
27 de junho de 2011
A cor dos meus dias
anA, anapintura, ana marques, artista plástica, abstrato
19 de junho de 2011
IparKart em Lisboa
A cidade contemporânea vê cada vez mais os seus espaços ocupados pelos carros de uma maneira obsessiva e compulsiva.
A alteridade do uso do lugar de estacionamento pretende assim desenvolver o fenómemo de sociologia urbana “serendity”, seja a capacidade de provocar espânto. A arte torna-se livre.
O interesse é levar as artes no centro da cidade e no meio da população urbana através uma intervenção que apela a surpresa. Surpresa e espanto são sem duvida fontes de reflexão e de questionamento.
anA pintura anA marques, artes pintora, artista plástica
9 de junho de 2011
As cores do silêncio
3 de junho de 2011
2 de junho de 2011
Estudo de rostos
29 de maio de 2011
"4 minutos e 33 segundos"
«… Tudo o que fazemos é música…»
John Cage.
… Tensão...
A mente ocidental tem como registo-base o pensar. Desde pequeninos apreendemos o mundo pelos sentidos e pensamos acerca das nossas percepções sempre tão impartilháveis e contingentes. Desconfio que já pensávamos quando estávamos em gestação. Suspeito ainda que mesmo antes disso já pensávamos enquanto neurónios dispersos pelos corpos físicos dos nossos antepassados, em antecedência ao projecto de ser que ainda não éramos - nem pensávamos vir a ser um dia. A provar-se isto, facilmente se diria que todo o Universo pensa e que ao pensar - se pensa a si mesmo -, o que para o caso pouco importa. Cosmo/onto/teo/logias à parte o ser humano pensa e pensa e volta a pensar em todos os actos da sua vida, e pensa até a morte o levar. Ouso afirmar que mesmo depois disso continuará para sempre a pensar por intermédio daqueles que persistem.
Não sei se pensamos por herança cultural ou por hábito genético anteriormente inculcado. Simplesmente pensamos e a mente dá voltas, piruetas e saltos mortais e não pára jamais. Constrói autênticos corolários de mundos feitos de abstracção conceptual. Mundos feitos de um glorioso nada afinal. No entanto nós que dizemos abstrair por tanta abstracção fazermos, ao abstrair-nos de qualquer um dos estímulos dos sentidos - praticando aí uma verdadeira abstracção de nós mesmos, porque reagimos tão estranhamente, da impassividade ao riso e da surpresa até à cólera? No caso do silêncio porque nos sentimos tão chocados, abtraídos (traídos em si) e em tensão, devido à falta de um qualquer input exterior?
Somos tão solicitados a fazer minutos de silêncio pelas vítimas das mais nobres causas, e quando o fazemos pela nossa própria causa a estranheza surge e com ela a tensão. É que a ideia de silêncio deixa-nos entregues aos nossos conteúdos interiores e o que nos choca realmente é a suposição da aplicação a nós mesmos - da atenção do próximo.
… Atenção…
Juntar muitas pessoas num recinto de espectáculos a fim de escutar uma peça musical é comum. Incomum é o facto de a obra a escutar ser aparentemente uma não-obra cuja execução é deixada ao cuidado do som gerado pelo colectivo público/orquestra. Aí e num ápice esbate-se a diferença funcional e sem abrigo certo, todos passam a ser um mesmo corpo de silêncio. Neste nivelamento súbito todos passam a ser simultaneamente executantes e espectadores. Aí ninguém interpreta mas todos se interpretam, pois a tensão surge pela formação espontânea de uma comunidade organizada em torno da cumplicidade do silêncio. Esta é uma situação incómoda perante a qual convenções habituais como sejam a história da música ou o estilo, o ritmo ou o tipo de andamento, a subjectividade da interpretação ou o gosto pessoal derrocam, surgindo em seu lugar um crescente cepticismo epistemológico relativamente ao conhecimento perceptivo. Isto ocorre da vivência de uma Crítica da Audição Pura a qual é mais e mais apurada, à medida que o tempo decorre e que ocorrem as irreprimíveis manifestações fisiológicas inerentes à condição de quem é ser vivente num corpo físico. Este corpo passa assim à condição de instrumento atento que ger(e)a uma composição ad libitum, metamorfoseando gradualmente tensão psicológica em atenção perceptiva aplicada à densidade envolvente. Nos raros momentos em que todos conseguem suspender o seu contributo sonoro, subsiste ainda e sempre em fundo uma ténue, grave e crescente ressonância residual. Esta tem uma dupla causalidade; ambiente e subjectiva. Ambiente porque mesmo que tudo esteja em (suposto) silêncio toda a realidade vibra e essa vibração gera som. Subjectiva porque o simples funcionamento de todo o organismo vivo - julgado silencioso - gera som. Os batimentos cardíacos e a respiração que o digam.
Quando se gera um tempo aperceptivo cujo único objecto é a própria percepção a mente em tensão capta a densidade, transformando o desconforto da tensão em gestão da atenção com que a consciência se dirige aos fenómenos a fim de os poder pensar. Será isto meditar?
… Meditação…
Mas que forma de entender a realidade é esta que não se apercebe da mais radical presença que nos rodeia constantemente? Todo o nosso pensar é sempre acompanhado por fenómenos musicais - compostos por som e silêncio. Nesse sentido cada um de nós é um compositor pela forma pessoal como gere a sua musicalidade interna - com a qual organiza o mundo. Na placenta já ouvíamos o rumor anunciado de um mundo exterior mediado pelo abrigo natural de transição que era o ventre de nossa mãe. Quando nascemos fizemo-lo com alarido e pela acção gradual da idade surge a modulação do ruído consonante à nossa identidade, o qual se vai harmonizando e ganha a função de palavra musical directora de sentido. Vivemos num mundo de som e som(os) surpreendidos pela tensão, e acalmamo-nos pela atenção com que objectivamos tudo aquilo que identificamos, até um dia concluirmos que tudo o que existe é composto de melodia imanente à sua força vital na existência. Ainda assim, a suposição de ausência dessa presença sonora invoca em nós o fim certo anunciado naquele dia marcante do final da infância - quando chocados descobrimos a consciência da finitude humana. É que - como bem sabemos - quem morre deixa de fazer ruído. Assim quando alguém pressente a aparência do silêncio surgir, preenche de imediato esse suposto vazio com o ruído produzido pelo seu pensamento, evitando compulsivamente o fantasioso “silêncio de morte”. Assim abs-traímos e nos dis-traímos para que tudo continue fazendo sentido - nem que este seja falso - e apenas à imagem da conveniência das convenções e interesses sociais. Assim surge a ilusão colectiva de que há silêncio no Mundo, quando aquilo a que chamam silêncio é já por si o som expressivo desse imenso sistema chamado Universo.
Tensão. Atenção. Meditação. Quando um autor atinge um tal grau crítico em relação à percepção, certamente considera que nada tem a dizer, e como nada tem para dizer cala-se. Ao calar-se deixa o universo compor e exprimir-se durante “4 minutos e 33 segundos”.
Peço 33 segundos de silêncio em homenagem a um “silêncio“ que não existe…
Texto de José Neto
25 de maio de 2011
Estudos
17 de maio de 2011
15 de maio de 2011
5 de maio de 2011
18 de abril de 2011
anApintura,anA marques,pintora, artista plástica
4 de abril de 2011
Hoje Lisboa está assim
29 de março de 2011
Nuvem negra
28 de março de 2011
Clube Literário do Porto
...............................Mais infomação aqui: http://www.insat.pt/questionarte ....................................................anA , anA marques, anApintura, artista plastica
23 de março de 2011
14 de março de 2011
Arte Novotel Lisboa
CONVITE
anA marques e o impulso poético
A obra de anA marques cria pontes entre a pintura e a música, entre o desenho e a poesia, a cor e o ritmo ou o imaginário e o real. Mas, não se limitando a estas dualidades, anA marques assume uma grande liberdade criativa em que todos os caminhos podem cruzar-se uns com os outros. A diversidade dos seus trabalhos, denotando ausência de amarras a técnicas e temáticas, é atravessada pelo equilíbrio de tons e proporções que procura agarrar o espectador pela simplicidade. Olhar para as suas obras, independentemente das emoções que desperta, significa, quase sempre, olhar para algo que carrega beleza.
Elisabete Lucas
Jornalista e Escritora
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Nicolau Campos
A sua obra mostra-se-nos firme e vigorosa no conceito, sem que isso signifique que esteja “presa”, mas sim bem multi-comunicativa, dando uma resposta clara ao assimilado mediante a transmissão fiel, o rigor de um trabalho muito simbólico que mais não faz do que salientar do todo o feito singular, a detalhar, o que é uma sensibilidade inata, uma visão peculiar que não desfigura ou profana o importante da obra, a ideia, o ritmo, a busca do mais fiel possível de uma transmissão de significados num contexto em que o fundo é mero recheio, mero vazio existencial que acompanha, dando maior preponderância à ideia base, a qual se nos mostra com evidência em cada obra, quer seja pintura ou escultura.
Francisco Arroyo Ceballos
De la Asociaçión Española de Críticos de Arte
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Aristides Meneses influenciado por três continentes
Nascido em Lourenço Marques, actual Maputo, em Moçambique, de ascendência goesa, Aristides Meneses faz parte de uma família que nos últimos cem anos habitou em três continentes. Toda a sua arte está influenciada por essas três culturas, como testemunham as cores fortes e contrastantes ou os imensos espaços em que se desenvolve a acção pictórica. De forma discreta e suave a sua pintura reflecte essa multiplicidade de influências culturais explícitas ou subtis.
Elisabete Lucas
Jornalista e Escritora
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anA marques, anapintura, artista plástica, acrilico,oleo
12 de março de 2011
Clube Literário Porto
. Capa...................................................Mar Portuguez -técnica mista sobre tela
Apresentação do livro «Questionarte»,
de José Neto, Elisabete Lucas e Aristides Meneses
no Clube Literário do Porto - dia 27.03.2011, ás 16h00
Com a presença dos seguintes artistas plásticos: (mais aqui)
Jorge Vilaça
anA Marques
Nicolau Campos
Aristides Meneses
Durante a apresentação estarão patentes obras de arte de alguns dos artistas presentes no livro.
6 de março de 2011
Em Lisboa há dias assim
24 de fevereiro de 2011
Eu,tu,ele, nós,vós, eles
Trabalho baseado no fime de REGGIO,G (Life as a war)
http://www.youtube.com/watch?v=bkxTmCWJE6A&feature=relmfu
A referência desta exposição é o filme REGGIO, G., Naqoyqatsi (life as War), New York, LLC and Miramax Film Corp., 2002. Se este arquivo do cinema não verbal procura transmitir ao espectador todo um fluxo da consciência histórica patente na realidade do nosso tempo, então os artistas foram convidados a pensar a questão: “O que é uma arte contemporânea?”. As respostas são dadas na forma de trabalho artístico.
Desta maneira surgiu ...o tema “Suportes da consciência contemporânea”. Embora um juízo imediatista tenha tendência para predicá-lo como difícil ou até pretencioso, a essa postura poderá responder-se que a vida de artista não é fácil (fácil é comer e beber), e que aqui existe a séria pretensão de fazer o observador pensar (e não apenas contemplar objectos). Isto porque, se o suporte é onde a obra se materializa e a consciência é o conceito que define a forma psíquica constituída pelo somatório dos conteúdos hereditários, sistemas de crença, experiência subjectiva da realidade e expectativas para o futuro, já o contemporâneo transporta consigo algum desconforto adicional, visto que, cada vez que o afirmamos referimo-nos ao mais recente momento decorrido no presente. Tal quer dizer que cada momento é uma nova manifestação do tempo e com esta surgirá (ou deveria surgir) algo sempre novo. Assim, se a arte é o exercício mais incondicionado da actividade humana, então o seu fazer actual não deve estar cerceado pela historicidade convencional dos estilos, ou pela obediência ao conforto das categorias.
Neste contexto posso dizer que as soluções aqui apresentadas reflectem a constante renovação do pensar, decorrida e materializada num tempo presente - a que chamo arte contemporânea.
José Neto
2011
13 de fevereiro de 2011
Convite

A referência desta exposição é o filme REGGIO, G., Naqoyqatsi (life as War), New York, LLC and Miramax Film Corp., 2002. Se este arquivo do cinema não verbal procura transmitir ao espectador todo um fluxo da consciência histórica patente na realidade do nosso tempo, então os artistas foram convidados a pensar a questão: “O que é uma arte contemporânea?”. As respostas são dadas na forma de trabalho artístico.
Desta maneira surgiu ...o tema “Suportes da consciência contemporânea”. Embora um juízo imediatista tenha tendência para predicá-lo como difícil ou até pretencioso, a essa postura poderá responder-se que a vida de artista não é fácil (fácil é comer e beber), e que aqui existe a séria pretensão de fazer o observador pensar (e não apenas contemplar objectos). Isto porque, se o suporte é onde a obra se materializa e a consciência é o conceito que define a forma psíquica constituída pelo somatório dos conteúdos hereditários, sistemas de crença, experiência subjectiva da realidade e expectativas para o futuro, já o contemporâneo transporta consigo algum desconforto adicional, visto que, cada vez que o afirmamos referimo-nos ao mais recente momento decorrido no presente. Tal quer dizer que cada momento é uma nova manifestação do tempo e com esta surgirá (ou deveria surgir) algo sempre novo. Assim, se a arte é o exercício mais incondicionado da actividade humana, então o seu fazer actual não deve estar cerceado pela historicidade convencional dos estilos, ou pela obediência ao conforto das categorias.
Neste contexto posso dizer que as soluções aqui apresentadas reflectem a constante renovação do pensar, decorrida e materializada num tempo presente - a que chamo arte contemporânea.
José Neto
2011
8 de fevereiro de 2011
Em Lisboa há dias assim .
3 de fevereiro de 2011
Sol de inverno
30 de janeiro de 2011
A vida como uma guerra
´Life as war é um documentário que serve de tema à próxima exposição colectiva do Projecto Arte&mente de José Neto
Naqoyqatsi: Life as war é um documentário lançado em 2002 dirigido por Godfrey Reggio com música do compositor Philip Glass e com trechos executados pelo violoncelista Yo-Yo Ma.
Fonte: wikipédia
anA marques, anapintura, anA, Malaposta, pintura na malaposta, projecto Arte&mente de José Neto
























