9 de maio de 2012

Horizonte ao Pôr- do- Sol






Horizonte ao Pôr-do-Sol - Acrílico sobre papel de fotografia - 17x23 cm - ano 2012
A imagem contraria o texto mas, não faz mal!


luz solar não é amarela nem vermelha, é branca. O branco resulta da soma das sete cores do arco-íris – o violeta, o azul, o anil, o verde, o amarelo, o laranja e o vermelho. Nós enxergamos o Sol com tonalidades diferentes, ao longo de um dia, porque a atmosfera filtra os seus raios, separando as cores. “A nossa percepção do Sol muda por causa das irregularidades na camada de ar que envolve a Terra e pela distância que a luz percorre na atmosfera”, explica o físico Henrique Fleming, da Universidade de São Paulo. Existem partículas de poeira, poluição e gotículas d’água infiltradas entre as moléculas de gás que compõem a atmosfera. Quando o Sol está alto, as cores formadas por ondas de maior amplitude contornam essas partículas e as moléculas. Mas as menores (o violeta, o azul e o anil) não conseguem se desviar e tombam, espalhando-se. Com isso, tingem o céu de azul e o Sol fica amarelo, que é a soma das cores restantes: o verde, o amarelo, o laranja e o vermelho. À medida que o Sol vai se pondo, seus raios têm que atravessar um pedaço maior da atmosfera, colidindo com mais obstáculos. Afinal, no crepúsculo, até as ondas longas, laranja e vermelho, acabam tombando e se desviando, avermelhando gradativamente o horizonte (embora o resto do céu continue azul). A vermelha é a última onda de luzque consegue cruzar a atmosfera e nos atingir, por isso o astro-rei fica vermelho no pôr-do-sol. Por fim, o céu fica preto com a ausência de luz: não chega mais nenhuma cor e nem se vê mais nenhum espalhamento, pois o Sol está abaixo do horizonte.


Fonte: Super Abril


anA

2 de maio de 2012

Apenas um olhar

Um olhar - Acrílico sobre papel de fotografia - Ano 2012

"No livro dorme quieta a palavra. Pelo olhar ela desperta."

Dizem os poetas que os olhos são o espelho da alma. Os filósofos afirmam que é pelo olhar que expressamos nosso interior e nossas verdadeiras intenções, e um dito popular informa "o olhar diz tudo".

(...)
Flávio Bastos




anA

28 de abril de 2012

De mãos dadas

De mãos dadas- Acrílico sobre papel de fotografia - 23x17 cm - ano 2012

(...)
Quando nos sentirmos cansados e com vontade de desistir, daremos as mãos, puxaremos um pelo outro e caminharemos até à concretização dos nossos objectivos comuns.
(...)
 Texto de LGA.- 2012

26 de abril de 2012

Guimarães

Guimarães-Capital Europeia da Cultura
Centro histórico recentemente declarado Património da Humanidade pela UNESCO,

Monte da Penha, Guimarães - 2012
Capital Europeia da Cultura


Monte da Penha ou Monte de Santa Catarina é o ponto mais elevado da área urbana de Guimarães e a partir do seu topo, onde está localizada uma estátua do Papa Pio IX, é possível alcançar vistas magníficas,que podem estender-se até ao oceano.
A Montanha da Penha, graças às suas características naturais, constitui um dos grandes pontos de atracção turística de Guimarães, podendo desfrutar de uma paisagem natural única. Possui vários equipamentos dos quais se podem salientar: um parque de campismo, um campo de mini-golfe, um mini-trem turístico, um Centro Equestre, áreas de passeio e pic-nic. Para além destes equipamentos, existem também outros pontos de interesse, como por exemplo: monumentos, grutas, miradouros.
Um dos locais mais importantes existentes na Montanha da Penha é o Santuário da Penha. Este santuário é um centro de peregrinação muito importante, ao qual ocorrem muitos fiéis, principalmente na época de Verão.
Os visitantes e turistas que pretendam deslocar-se à Montanha da Penha poderão fazê-lo através do teleférico, apreciando assim a magnífica paisagem que separa o vale e a montanha de Guimarães.
E ficar no remodelado Hotel da Penha.


Fonte: wikipédia

25 de abril de 2012

Os cravos de 25 Abril 2012

Tinta spray sobre cravos vermelhos - Abril 2012

O Dia da Liberdade é comemorado em Portugal  a 25 Abril 

anA

23 de abril de 2012

Dia do Livro

NO DIA DO LIVRO

(...) Quando voltares, toma a minha mão. Tenho saudades de mim em ti.
Tenho muitas saudades de morar dentro dos livros, e de fazer amor contigo em todas as páginas.

Joaquim Pessoa
in ANO COMUM, Dia 168.



anA

15 de abril de 2012

Filme da vida I

1976/2001 - Técnica mista (Filme super 8 ,tinta acrílica) - ano 2012


 
Na pintura, no cinema, na prosa, na poesia não há fronteiras nem limites.
O filme da vida: é o que nos marca inevitavelmente e que por diversas razões nos emociona, pelo bem ou pelo mal, sempre que o vimos ou pensamos nele.


anA,artista plástica

9 de abril de 2012

Baixo relevo

Divisória 260x90 cm -  Cartão canelado- ano 2011



anA pintura,artista plastica. 

2 de abril de 2012

Baixo relevo

Baixo relevo na parede do espaço de trabalho- ano 2010

Baixo-relevo é uma forma escultórica utilizada na decoração de vários elementos arquitectónicos.
Os termos baixo-relevo e alto-relevo suscitam algumas dúvidas. A sua diferenciação não tem a ver necessariamente com a profundidade da peça, mas sim com as suas características volumétricas. Um baixo-relevo é um relevo cujas formas não ultrapassam os limites da visão frontal, o que torna possível a sua reprodução com um molde rígido. A terceira dimensão é simulada de uma forma semelhante ao que acontece num desenho. No alto-relevo, as formas possuem uma tridimensionalidade evidente, embora se prendam ao bloco de fundo por alguns pontos.
Fonte: wikipédia
anA marques

30 de março de 2012

Poesia de Maria Teresa Horta "Morrer de Amor"




 Série poetas(homenagem a Maria Teresa Horta)
Óleo sobre tela -60x100 - Novembro de 2002
Manuscrito por Maria Teresa Horta.

Ler entrevista no link:
Diante da sua nova antologia de poesia erótica, As Palavras do Corpo, Maria Teresa Horta recapitula uma vida inteira de risco e de exposição, de leitura e de escrita: “Para mim, escrever é voo e sobressalto, incêndio e desmesura”


Entrevista a Helena Vasconcelos no Ipsilon que me fez relembrar algumas das situações contadas por Maria Teresa quando tive o prazer de estar na sua casa a 6 de  Novembro de 2002 , a seu convite.
Estou grata pela colaboração neste meu trabalho, já exposto em diversos espaços culturais com a temática "Poesia de autores portugueses"
Um grande OBRIGADA.
anA

28 de março de 2012

A Gravata


Fita magnética tricotada com som contínuo do autor(Tom Zé) a cantar
150X 35cm - ano 2010.
Trabalho feito com base no trabalho discográfico do Tom Zé




A GRAVATATom Zé
Composição: (Tom Zé)


A gravata já me laçou
a gravata já me enforcou
amém
A gravata já me laçou
a gravata já me enforcou
amem

Um cidadão sem a gravata
é a pior degradação
é uma coroa de lata
é um grande palavrão
é uma dama sem pudor
estripitise moral
é falta de documento
é como sopa sem sal

Tem a gravata borboleta
com o bico inclinado
tem a gravata caubói
com o rabinho duplicado

Tem a gravata de laço
que desce do colarinho
molenga como uma tripa
que se deita na barriga

Ela é a forca portátil
mais fácil de manejar
moderna, bem colorida,
para a vítima se alegrar
é um processo freudiano
para a autopunição
com o laço no pescoço
e a fé no coração.

27 de fevereiro de 2012

O último



Tinta de nanquim sobre papel- Fevereiro 2012 - 140x 100 cm

Falar é completamente fácil,
 quando se tem palavras em mente 
que expressem sua opinião.

Difícil é expressar por gestos e atitudes
o que realmente queremos dizer,
 o quanto queremos dizer, 
antes que a pessoa se vá.

10 de fevereiro de 2012

Desenho Efémero

Desenho - Gelo sobre vidro - 2012 - 68x80cm

Arte Efémera
Há na mente e no conhecimento das pessoas o conceito de arte permanente, aquela que expressa e regista o interior humano e seu universo histórico, presente e intacta no passar dos anos, neste conceito incluímos as obras de Da Vinci, Picasso, Rugendas, Tarsila do Amaral, Portinari, entre outros.
Diferente da arte permanente, a arte efêmera, seja através de performances, instalações, e happenings, é aquela vista como não perene fisicamente ou em demais considerações.
A arte pública, transformada pela ação do tempo, assim como o grafite, os religiosos tapetes de sal e serragem, esculturas de gelo e de areia, são alguns exemplos de arte efêmera. Efêmero é aquilo que é passageiro, sem presença definitiva, uma substância ou presença artística que se esvai.
O sentido de arte pública efémera não se aplica aos monumentos históricos. A performances de dança e coreografias inusitadas realizadas em praça públicas são passageiras, existem somente no seu acto em si, mas podendo ser filmadas e arquivadas para novas execuções audiovisuais, a mesma sai do contexto de efémero.
Nas artes plásticas há a técnica de pintar quadros com alimentos e substâncias perecíveis, tornando a obra perene somente na fotografia que a registou. A arte permanente marca o estilo cultural e o momento histórico de cada povo e região, assim aconteceu, por exemplo, nas civilizações egípcias e gregas, e recentemente na sociedade moderna francesa e americana, porém , seria a arte efémera do século XXI, uma forma de expressar o efémero fullgaz de nossos tempos?
Por Fernando Rebouças 
Fontes
http://educacao.uol.com.br/artes/arte-efemera.jhtm
http://www.portalartes.com.br/portal/artigo_read.asp?id=522 – 25k


anA marques

11 de janeiro de 2012

Um dia especial/Um lugar especial

Lugares especiais -Agrupamento de fotografias -  2007 a 2011


Um dia especial é aquele onde tropeçámos um no outro.
Ou o lugar onde nos beijámos pela primeira vez. 
Ou aquele quarto de hotel.
Um sítio especial é o útero. 
E o colo. E o berço. E a escola.E a casa. 
E a casa do nosso melhor amigo. 
E o nosso bairro. E a nossa rua. E o nosso café.
É também muito especial o sítio onde nada acontece.
Ou aquele onde nunca estivemos. 
Ou simplesmente aquele que não existe. Ou o que apenas existe na nossa imaginação.
E também o sítio que não conseguimos sequer imaginar.
E na verdade é especialíssimo o sítio onde não queremos estar.
E o que nos é indiferente. E aquele que nos magoa.E o que não suportamos.
E o que não gostaríamos que existisse.
Sítio verdadeiramente especial é o texto. Onde cabem todos os sítios que são especiais.
E os que, por não serem,o são.
E os que estão, ainda, para o ser.Mas, de todos, o mais especial dos sítios é aquele onde,em cada momento, nos encontramos. 
E onde sentimos fluir o tempo e a vida.
Aquele sítio onde todos temos de estar, sob pena de não ser possível estar em sítio algum ou, não podendo sair do mesmo sítio, estar em todos os sítios ao mesmo tempo. 
        
 Joaquim Pessoa 
in ANO COMUM, Litexa, 2011.
 (Introdução de RobertSimon; Posfácio de Teresa Sá Couto)..
anA marques

7 de janeiro de 2012

30 de dezembro de 2011

Acrílico sobre tela - 2005 - 80x100cm


(...)
Fazes o meu céu
Voltar a ter este azul,
Pintas de cores
as minhas manhãs, só tu
Navego nas ondas da tua voz
e tu, e tu, e tu e somente tul
fazes minha alma despertar com tua luz 
tu, e tu, e tu...

(...)
Excerto de " Solamente tu"


anA marques

20 de dezembro de 2011

Earth Art/Happening

 Earth Art-Earth work
Inicio do trabalho 2009 ; 2011 nova intervenção e a finalização  está prevista para 2012 com um happening -apanhar e ingerir as alfaces e os  peros bravo esmolfe. (risos) 

Land Art, também conhecida como Earth Art ou Earthwork é o tipo de arte em que o terreno natural, em vez de prover o ambiente para uma obra de arte, é ele próprio trabalhado de modo a integrar-se à obra.
Land Art surgiu em finais da década de 1960, em parte como consequência de uma insatisfação crescente em face da deliberada monotonia cultural pelas formas simples do minimalismo, em parte como expressão de um desencanto relativo à sofisticada tecnologia da cultura industrial, bem como ao aumento do interesse às questões ligadas à ecologia. O conceito estabeleceu-se numa exposição organizada na Dwan Gallery, Nova York, em 1968, e na exposição Earth Art, promovida pela Universidade de Cornell, em 1969.
É um tipo de arte que, por suas características, não é possível expor em museus ou galerias (a não ser por meio de fotografias). Devido às muitas dificuldades de colocar-se em prática os esquemas de land art, suas obras muitas vezes não vão além do estágio de projeto. Assim, a afinidade com aarte conceitual é mais do que apenas aparente.(...)
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happening (do inglês, acontecimento) é uma forma de expressão das artes visuais que, de certa maneira, apresenta características dasartes cênicas. Neste tipo de obra, quase sempre planejada, incorpora-se algum elemento de espontaniedade ou improvisação, que nunca se repete da mesma maneira a cada nova apresentação.
O termo happening, como categoria artística, foi utilizado pela primeira vez pelo artista Allan Kaprow, em 1959. Como evento artístico, acontecia em ambientes diversos, geralmente fora de museus e galerias, nunca preparados previamente para esse fim.Apesar de ser definida por alguns historiadores como um sinônimo de performance, o happening é diferente porque, além do aspecto de imprevisibilidade, geralmente envolve a participação direta ou indireta do público espectador. Para o compositor John Cage, os happenings eram "eventos teatrais espontâneos e sem trama".
Na pop art, artistas como Kaprow e Jim Dine, programavam happennings com o intuito de "tirar a arte das telas e trazê-la para a vida". Robert Rauschenberg, em Spring Training (do inglês, Treino de Primavera), alugou trinta tartarugas para soltá-las sobre um palco escuro, com lanternas presas nos cascos. Enquanto as tartarugas emitiam luzes em direções aleatórias, o artista perambulava entre elas vestindo calças de jóquei. No final, sobre pernas-de-pau, Rauschenberg jogou água em um balde de gelo seco preso a sua cintura, levantando nuvens de vapor ao seu redor. Ao terminar ohappening, o artista afirmou: "As tartarugas foram verdadeiras artistas, não foi?"
Durante o movimento Provos, de 1964 a 1966, os membros do grupo faziam happening nas praças de Amsterdan.
Fonte: wikipedia
anA marques

17 de dezembro de 2011

A próxima apresentação do Livro infantil de Elisabete Lucas,
com ilustrações de Aristides Meneses no conto A sábia figueira velha  
e
 com ilustrações minhas no conto Choveu uma lenda no Natal  
 será na Biblioteca Municipal de Alenquer em 21 de Dezembro 2011


Mais informação nos links:
http://bibliotecamunicipaldealenquer.blogspot.com/2011/12/apresentacao-do-livro-infantil-sabia.html?spref=fb
http://www.cm-alenquer.pt/events/PesquisaEventos.aspx?uid=a3f78142-f83c-464c-a2f3-108700f43896&cat=0&d=17-12-2011
anA marques
BOAS FESTAS
Aguarela sobre papel Guarro- Ano 2011

(...)
Nas vésperas do solstício de inverno, os povos pagãos da região dos países bálticos cortavam pinheiros, levavam para seus lares e os enfeitavam de forma muito semelhante ao que faz nas atuais árvores de Natal. Essa tradição passou aos povosGermânicos. A primeira árvore de Natal foi decorada em Riga, na Letónia, em 1510.
No início do século XVIII, o monge beneditino São Bonifácio tentou acabar com essa crença pagã que havia na Turíngia, para onde fora como missionário. Com um machado cortou um pinheiro sagrado que os locais adoravam no alto de um monte. Como teve insucesso na erradicação da crença, decidiu associar o formato triangular do pinheiro à Santíssima Trindade e suas folhas resistentes e perenes à eternidade de Jesus. Nascia aí a Árvore de Natal.[1].
Há outras versões, porém, a moderna árvore de natal teria realmente surgido na Alemanha entre os século XVI e XVIII. Não se sabe exatamente em qual cidade ela tenha surgido. Durante o século XIX a prática foi levada para outros países europeus e para os Estados Unidos. Apenas no século XX essa tradição chegou à América Latina.
(...)
Fonte wikipédia
anA marques

16 de dezembro de 2011

No passado dia 6 de Novembro realizou-se, em co-produção entre a Cooperativa POST e o colectivo Urban Sketchers, um passeio com 22 desenhadores urbanos por Benfica.
Os desenhos integrarão a exposição “Urban Sketchers em Benfica – viajar no bairro com um caderno” no espaço da Cooperativa POST.


A inauguração foi ontem, pelas 21h.


Venha visitar a exposição e divulgue!
mais informação em  : http://postcoop.org/postcoop_site/?page_id=493

9 de dezembro de 2011

This isn't an ashtray


Fotografia - Instalação com beatas -  Dezembro 2011

anA marques

6 de dezembro de 2011

Imagens do Lançamento do livro de contos 
"A sábia figueira velha" e "Choveu uma lenda no Natal"
de Elisabete Lucas com  ilustrações de Aristides Meneses 
e anA marques.


Expositores de parede  

 Painel de informação dos eventos

 Expositor

Intervenção da autora -  Livraria Bulhosa em Entre-Campos -  Lisboa -Dezembro 2011


24 de novembro de 2011

 Convite 

anA marques e Aristides Meneses ilustraram o livro  de contos de Elisabete Lucas, “A sábia Figueira  e Choveu uma lenda no Natal”
Estão todos convidados (pais e filhos; avós e netos; irmãos, tias e tios; padrinhos e madrinhas, professores ,  pais e mães por afinidade , enfim todos… todos mesmo.)
Gostava de vos ver por lá.

Lançamento na :
Livraria Bulhosa do Campo Grande,Lisboa 
Campo Grande, 10-B (metro de entrecampos)
Segunda -feira, 5 de Dezembro  às 18.30h- 20.00h

anA marques anapintura  ilustração

16 de novembro de 2011

Choveu uma lenda no Natal



Aguarela sobre papel  Guarro - 2011


A aguarela   é uma técnica de pintura na qual os pigmentos se encontram suspensos ou dissolvidos em água. Os suportes utilizados na aguarela são muito variados, embora o mais comum seja o papel com elevada gramagem. São também utilizados como suporte o papirocasca de árvore, plásticocourotecidomadeira e tela.

História da aguarela
A aguarela é uma técnica muito antiga cujo aparecimento se supõe esteja relacionado com a invenção do papel e dos pincéis de pêlo de coelho, ambos surgidos na China há mais de 2000 anos.
No ocidente, há vários exemplos do emprego desta técnica desde a Idade Média, como Tadeo Gaddi, discípulo de Giotto. Ele viveu até1366, e teria produzido uma série de desenhos aguarelados, feitos sobre papel tipo pergaminho. O método foi utilizado por artistasflamengos, e amplamente empregado em Florença e Veneza. Foi com Albert Dürer que a aguarela pode resistir ao tempo, já que ele deixou pelo menos 120 obras suas.
Em 1550, um artista de nome John White participou da expedição de Sir Walter Releigth, registrando a vida, o ambiente e os costumes do Novo Mundo, sendo considerado por alguns como o pai da aquarela. Mas foi somente no século XVIII que a técnica passou a ser considerada como um método autônomo e independente, difundida em toda a Europa e reconhecida como a “Arte Inglesa”. Neste momento surgem nomes como Alexander Cozens, o poeta pintor William BlakeJohn S. CotmanPeter de Wint e John Constable, mas foi sem duvida William Turner quem melhor soube explorar suas possibilidades; e muitos desconhecem que Turner produziu 19.000 aquarelas, o que lhe garante o título de maior aquarelista de todos os tempos. Já foi mencionado que Turner teria influenciado os pintoresimpressionistas, mas há quem ouse afirmar que a aquarela exerceu tamanha influência sobre Turner, a ponto de este experimentar napintura a óleo as mesmas possibilidades cromáticas, através da aplicação de camadas bastante delgadas e sobrepostas, com muita luminosidade.
A aguarela há muito tempo se tornara um hábito nas cortes européias, o que lhe dava certo “ar” de futilidade, de feminilidade espontânea e, embora surgissem novos pintores aguarelista, esta técnica começa a ser vista com preconceito. Com o passar dos anos, surge uma grande contradição em torno deste método, notadamente no Brasil, onde a aquarela é vista como um método escolar. Apreciada por alguns, desprezadas por outros e incompreendida por muitos, o certo é que a aguarela deve ser defendida pelas suas qualidades intrínsecas, como uma técnica em si mesma.

fonte: wikipédia

9 de novembro de 2011

A Sábia Figueira / Choveu uma Lenda no Natal

 Duas histórias num livro
Autora Elisabete Lucas 
Ilustrações de Aristides Meneses e anA marques . 
Um convite que me surpreendeu e me deu muita satisfação concretizá-lo.

Uma ilustração é uma imagem pictórica utilizada para acompanhar, explicar, interpretar, acrescentar informação, sintetizar ou até simplesmente decorar um texto. Embora o termo seja usado frequentemente para se referir a desenhospinturas ou colagens, uma fotografia também é uma ilustração. Além disso, a ilustração é um dos elementos mais importantes do design gráfico.
São comuns em jornaisrevistas e livros, especialmente na literatura infanto-juvenil (assumindo, muitas vezes, um papel mais importante que o texto), sendo também utilizadas na publicidade e na propaganda. Mas existem também ilustrações independentes de texto, onde a própria ilustração é a informação principal. Um exemplo seria um livro sem texto, não incomum em quadrinhos ou livros infantis.
ilustração editorial tem origens na Iluminura, utilizada largamente na Idade Média nos manuscritos, mas atualmente difere desta por se servir de meios mecânicos (e mais recentemente de meios fotomecânicos e digitais) para a sua reprodução. Portanto, a sua evolução e história está intimamente ligada à imprensa e à gravura.
A ilustração possui uma tradição antiga que remonta às primeiras formas pictóricas, continuando pela Revolução Industrial até a nossa era digital. Atualmente essa tradição tem sido especialmente importantes para as histórias em quadrinhos e a animação.
Em princípio, o que distingue a ilustração das histórias em quadrinhos é não descrever, necessariamente, uma narrativa sequencial, mas por sintetizar ou caracterizarconceitossituaçõesações ou, até mesmo, determinadas pessoas como é o caso da caricatura.

Fonte Wikipédia

anA marques anApintura, artista plástica